OS PIONEIROS DA ATF-RJDefinição da Comissão de História da ABRATEF Definição da Comissão de História da ABRATEF: Aqueles que já faziam parte do movimento de terapia familiar até a fundação da ABRATEF em 1994. Os que iniciaram associações ou cursos nos quais ainda não existia o movimento, de terapia familiar em Estados ou Cidades em que ainda não existia o movimento, mesmo que tenha sido após a fundação da ABRATEF. Nota da ATF-RJ: Todo associado que se enquadrar nesta definição de PIONEIRO deve encaminhar sua história para secretaria da ATF-RJ. A relação abaixo segue a ordem cronológica dos textos recebidos.
MARCIA LUCI ORTIZ DA CAMARALembranças: Meu nome é Marcia Luci Ortiz da Camara e gostaria de lhes apresentar o meu relato de como cheguei a me interessar por terapia de família e casal. Em 1977 fui morar em Los Angeles, nos Estados Unidos, com minha família. Havia recém acabado minha formação analítica e o motivo de irmos para lá foi o desejo de meu marido, na época, de fazer análise com o Dr.Bion, que estava residindo em Los Angeles. Ao chegarmos fomos procurados pelo grupo de analisandos de Bion que nos ofereceram sua ajuda em nos estabelecermos. Iniciei então uma série de encontros com estes analisandos, Dr. Bernard Bail, Dr. Jim Grotstein e o Dr. Jim Gooch. Eles trabalhavam numa Instituição Chamada Reiss Davis Child Care Center e me convidaram a trabalhar com eles. Foi nesta Instituição que desenvolvi o trabalho terapêutico de família e casal, assim como com crianças e adolescentes. Como havia feito minha análise pessoal com um ex-analisando do Dr. Bion e como, naquela época, os analistas com este enfoque teórico eram poucos nos Estados Unidos, passei a fazer parte do corpo de professores da Instituição, dando aula e supervisão. Pouco depois iniciei meu consultório particular e, a partir de então, minha experiência de supervisão com o Dr. Bion. Foi uma época de muita aprendizagem e uma experiência inesquecível. Mas eu não queria ficar morando lá para sempre, sentia que meu lugar era mesmo o Brasil. Voltamos depois de dois anos e meio. Após nos estabelecermos de volta, retomarmos nossos consultórios e voltamos nossa atenção para o aspecto Institucional de nossas vidas. Meu ex-marido, Dr. Luiz Alberto Py, entrou para a Sociedade Brasileira de Psicanálise e eu para a Sociedade Psicanalítica do Rio de Janeiro. Foi neste mesmo período que fomos convidados a entrar para Sociedade de Psicoterapia Analítica de Grupo pelo nosso querido amigo Dr. Carlos Castelar. Fiquei muito entusiasmada com o trabalho de formação desenvolvido pela SPAG e durante alguns anos dediquei-me inteiramente aos trabalhos nesta Instituição. Foi então que introduzi no curso de formação de terapeutas de grupo o estudo e atendimento à família e casal. Isto foi no final dos anos 70. Os alunos ficaram muito interessados e alguns deles são hoje excelentes terapeutas de família, pois seguiram seu desenvolvimento nesta área com muita competência. Para mim este resultado é da maior importância, saber que pude colaborar e estimular colegas a desenvolverem seus horizontes. MARIA CECILIA VELUK DIAS BAPTISTAFormei-me como Psicóloga na PUC- SEDES/SP em 1972 e já tinha muito interesse em trabalho com grupos. Por ter como professores os pioneiros do Psicodrama no Brasil, após a conclusão do curso de graduação , iniciei uma Pós graduação em Psicologia Social ( PUC/SP- 1974) e em seguida Curso de Especialização em Psicodrama (IBP/SP- 1975). Na formação de psicodramatista entre as diversas possibilidades de atuação profissional temos a do Sociodramatista de Casal e Família. Dentro dessa abordagem psicoterápica aprendemos como trabalhar com o grupo natural família, visto que J. L. Moreno, criador do psicodrama, apresenta em seus livros os primeiros protocólos de atendimentos à casais, datado de 1929. A partir desta especialização no final da década de 70 comecei a participar, em Unidade Funcional, de atendimentos à famílias e casais através da abordagem psicodramática, aperfeiçoando-me em grupo de estudos e supervisão com os textos de Jay Haley. Passei a dar aulas em cursos de especialização na formaçào de psicodramatistas no módulo de Psicodrama de Casal e Família. Em 1984 mudei-me para Recife e formei um centro de especialização em psicodrama e clínica de psicoterapia, onde atendia grupos, casais e família, na abordagem psicodramática. Em 1987 ao mudar-me para o Rio de Janeiro dei continuidade na minha carreira de formadora e psicoterapeuta psicodramática, ampliando minha prática clínicanos atendimentos com casais e famílias. Em 1990 fui morar nos Estados Unidos e tive um contato maior, através de workshops, com a escola de terapia familiar estruturalista. Em 1991 inicio minha especialização em terapia de família e casal na abordagem sistemica relacional, no SEFAM/ SP, onde conclui este curso, para enriquecer mais minha prática profissional. Busquei ao longo destes anos aprimorar cada vez mais meu trabalho, buscando diversas abordagens que pudessem contribuir com referenciais teórico-prático para o atendimento das famílias, desta forma fiz também especialização em Terapia Ericksoniana; aperfeiçoamentos na escola de Roma com Andolfi, escola estrutural com Minucchi, no construtivismo com Anderson, Sluski, Cechin, Boscolli e outros. Em 1993, de volta ao Rio de Janeiro, fundei o Delphos Espaço Psico Social que tem entre seus propositos especializar profissionais na prática psicodramática e na terapia de casal e família. Este curso, no Delphos, iniciou-se com um grupo de estudos que posteriormente foi estruturado e, em 1998, foi formatado como curso de especialização de 360hs. Passei então a coordena-lo e fazer parte da equipe técnica como professora supervisora. O Delphos foi convidada para participar da formação da ABRATEF e da construção de seus estatutos, mas por estarmos montando nossos cursos e com energia canalizada para nossa estrutura interna não pudemos colaborar nesta primeira etapa. Tenho participado intensamente com apresentação de trabalhos científicos desde o primeiro congresso brasileiro de terapia familiar e na organização de alguns deles. Participo desde o inicio da ATF-RJ tendo assumido cargos na diretoria, sendo presidente no biênio 2000/2002. Faço parte do CDC há quatro gestões da ABRATEF( não seqüenciais). Assumi a vice presidência da ABRATEF 2008/2010 e a presidência do IX Congresso Brasileiro de Terapia Familiar, em Búzios/RJ, Agosto de 2010. Dentro do movimento psicodramático participei e participo da gestão da Diretoria Executiva da FEBRAP e nos Congressos Brasileiros e Internacionais de Psicodrama onde tenho apresentado trabalhos científicos e participado de mesas redondas sobre a Terapia de Casal e Família. Percebo que este percurso permitiu que eu fosse construindo uma integração entre essas abordagens dando um embasamento teórico a minha prática clínica. Espero que este relato pessoal possa contribuir para a montagem da história da terapia de família no Brasil. MARIA CRISTINA MILANEZ WERNERIniciei Psicologia na UFES em 1979 e conclui na PUC/RJ em 1984, onde tive contato com a Teoria Sistêmica com a Profa. Teresinha Féres-Carneiro. No estágio supervisionado no SPA/PUC, entre 1983/1984, atendia casais na modalidade de “Orientação de Pais”, em complementação ao trabalho de Ludoterapia. Ao mudar para o sul do país, comecei a estudar Terapia Familiar Sistêmica, em 1985, com Eduardo Kalina, em cursos para o atendimento de famílias de usuários de álcool e drogas. Em 1993 iniciei, em São Paulo, a Especialização em Terapia Familiar Sistêmica, com Ada Pelegrino, na PUC/SP, e o Mestrado em Psicologia Clínica, na USP, com Dr. Cemy Jordy. Porém, com transferência para o Rio de Janeiro, fui obrigada a interromper estes dois projetos precocemente. Fui aprovada no Mestrado em Psicologia Clínica, na PUC/RJ, em 1994, sob a orientação de Dra. Maria Helena Novaes, defendendo minha dissertação de Mestrado em 1998, sobre o impacto na mãe, no casal e na família com a internação de prematuros em UTI Neonatal. Cursei matérias sobre Terapia Familiar durante o Mestrado com a Profa. Teresinha Féres-Carneiro, que participou de minha banca de Mestrado, que foi apresentada no III CBTF em 1998, ocasião em que ingressei na ATF/RJ. Atualmente estou no Estágio Probatório do Doutorado no IPUB/UFRJ, sob orientação de Dr. Miguel Chalub, estudando Ofensa Sexual na Família. Estudei no Núcleo Pesquisas, com Dr. Moises Groisman, de 1998 até 2002, fazendo os seguintes cursos: Especialização em Terapia Familiar Sistêmica; Família de Origem do Terapeuta; Terapia Familiar com Crianças e Adolescentes e Terapia Familiar do Casamento, Divorcio e Recasamento; e fui Supervisora de Espelho por 2 anos, de 2001 a 2002. Participei de workshops com Eduardo Kalina, Monica McGoldrick, Froma Wash, Peggy Pepp, Eva Imber-Black, Maurizio Andolfi, Carmine Saccu, Omar Biscotti, Cloé Madanés, Salvador Minuchin, Stefano Cirillo, Judith Landau, Guy Haloos, Harlene Anderson, Cheryl White, David Demborough, Esther Perel, Jorge Colapinto e Carlos Slusky; e de um Máster, em Milão, com Luigi Boscolo e de um curso de Mediação Familiar, com Jacqueline Boscolo. De 2000 a 2002 fiz Formação em Sexualidade Humana no Instituto Persona, em São Paulo, com Dr. Nelson Vitiello. Na ATF/RJ fui membro da Diretoria de Comunicação (2002-2004); Vice-Presidente (2004-2006 e 2006-2008); e Presidente (2008-2010). Na ABRATEF fui 1ª. Secretária (2008-2010). No CDC/ABRATEF fui Membro Colaborador (2006); Membro Efetivo e Secretária da Comissão Latino-americana (2006-2008 e 2008-2010), participando da organização dos Encontros Latino-americanos dos VIII e IX CBTF. A partir de 1998, participei de todos os CBTF; e ajudei a organizar o IX CBTF como Presidente da ATF/RJ, regional responsável pelo congresso. Participei dos Congressos da IFTA em Porto Alegre, em 2001, e em Buenos Aires, em 2010, onde me tornei membro da IFTA e participei do International Meeting e do Encontro Latino-americano, passando a integrar a rede de terapeutas latino-americanos. Tenho trabalhado com crianças, adolescentes, adultos, casais e famílias desde 1984, em consultório particular e em instituições sociais, como no GEAL/UFF, onde coordeno desde 2000 o Ambulatório de Terapia de Família e Sexualidade. Como formadora, ministrei cursos de Terapia de Família na “Especialização em Psicopedagogia Clínica e Institucional”, nas Faculdades São Judas Tadeu, no Rio de Janeiro, em 1998; e Filosofia de Itaperuna, em 1999 e 2000. Desde 2001 ministro os módulos de Terapia Familiar Sistêmica nos Cursos de Extensão da UFF/FEC nos cursos de “Saúde Mental da Infância e da Adolescência” e no de “Problemas relacionados ao uso de Álcool e Drogas”. Em 2006, iniciei a Formação em Terapia de Casal e Família do IPHEM, Instituto de Pesquisas Heloisa Marinho, como Coordenadora Geral, Supervisora Clínica e Professora. Escrevi dois livros: “Família e Direito – Reflexões Terapêuticas e Jurídicas sobre a Infância e a Adolescência”; e “Facing Problems in Family and Society – Brazilian Experiences about Drugs, Child Sexual Abuse and Human Rights”, além de vários artigos sobre Casal e Família. MARIA HELENA LISBÔA BARTHOLO
Meu caminho até a terapia de família foi através da minha prática com crianças, adolescentes e jovens, primeiro em Escolas e Universidade e depois em consultório como psicopedagoga clínica. Interessavam-me as questões que as crianças/adolescentes/jovens apresentavam na aprendizagem e tentava correlacioná-las com as modalidades de aprendizagem de seus pais e mães. Quais os modelos que possuíam? Quais os recursos que esse grupo familiar possuía para ajudar o paciente identificado? O que esse sintoma na aprendizagem significava naquele contexto? Fui buscar no paradigma sistêmico, recursos que me auxiliassem a pensar sobre estes temas e ampliassem minha atuação clínica como psicóloga e psicopedagoga. Concluí minha formação em terapia de família no Instituto de Terapia de Família do Rio de Janeiro em 1991. No mesmo ano, juntamente com mais quatro colegas formávamos o Centro de Estudos da Família Adolescência e Infância (CEFAI). No início com um perfil clínico, atendíamos em Equipe, famílias com crianças/adolescentes. Hoje somos também uma Instituição formadora terapeutas de família. Sempre fui envolvida e comprometida com a ampliação do meu saber profissional e pessoal. Fiz o FOT (Família de Origem do Terapeuta) no CEFYP em Buenos Aires com Maria Rosa Glasserman. Em 1999 estive com Carmine Saccu na sua Escola em Roma (Escuela Romana di Terapia Familiare) onde trabalhei o self do terapeuta. Em 2001 participei de um curso para terapeutas de família em Massachussets nos EUA com Marcelo Pakman, nosso saudoso Gianfranco Cecchin, Janine Roberts, Carlos Sluzki e Lynn Hoffmann; em 2003 fui ao Chile no Instituto Matriztica com Humberto Maturana para um curso de 15 dias. Com Tom Anderson estive na Argentina em Buenos Aires em um curso. Busquei também em outros terapeutas como Mara Selvini Palazzoli, Minuchin, Mony Elkaim, Harlene Andersen, Maurizio Andolfi, subsídios para meu trabalho. Tive a oportunidade de escrever um artigo sobre Consultoria Clínica com mais cinco colegas, que está publicado na revista: Nova Perspectiva Sistêmica número 4; um capítulo em co-autoria no livro Papai, Mamãe, Você .. e Eu?, intitulado: “Uma criança face a duas culturas”. Organizei um projeto, junto à clínica social do CEFAI, para atendimento às crianças/adolescentes que apresentam problemas na aprendizagem junto com suas famílias. Deste projeto, nasce um livro por mim organizado, dos relatos de casos clínicos chamado: “Relatos do fazer Psicopedagógico”. Idealizei a revista “Idéias Sistêmicas” uma publicação do CEFAI que tem o objetivo de divulgar os trabalhos, a prática sistêmica dos profissionais do Rio de Janeiro. E quando houve o primeiro encontro para formação da ATF RJ, lá estava eu. MARIA TEREZA MALDONADOMeu interesse em trabalhar com famílias vem desde a época em que cursei o Mestrado em Psicologia na PUC-RIO e escolhi como tema da Tese de Mestrado a Psicologia da Gravidez, que veio a ser meu primeiro livro publicado, em 1976. Daí seguiu-se Nós estamos grávidos, aprofundando o conceito de “casal grávido” e “família grávida”. O livro seguinte, Comunicação entre pais e filhos, de 1981, aborda o tema da ampliação dos recursos de comunicação no dia-a-dia das famílias. Com bolsa do CNPQ, desenvolvi uma pesquisa com cerca de 400 pessoas que passaram pelo término do casamento e daí surgiu Casamento, término e reconstrução, publicado em 1986. O interesse em aprofundar a compreensão das diferentes organizações familiares resultou em outros livros, tais como Caminhos do coração – pais e filhos adotivos, Vida em família – conversas entre pais e jovens, Cá entre nós – na intimidade das famílias. O eixo central do meu trabalho tem sido a construção da paz, desenvolvendo a ética de cuidar bem de nós mesmos, dos nossos relacionamentos e do ambiente em que vivemos (incluindo aí o conceito de família humana com seis bilhões de habitantes habitando a Terra, nossa casa coletiva). Escrevi alguns livros sobre o tema: As sementes do amor – como educar crianças de zero a três anos para a paz, Os construtores da paz – caminhos da prevenção da violência, O bom conflito – juntos encontraremos a solução. Nesse eixo, tenho entrado em contato com projetos sociais bem-sucedidos no Brasil e, a partir desse conhecimento, desenvolvo histórias para adolescentes com o intuito de estimular a cidadania participativa: Viver melhor, Redes Solidárias, Florestania e Nos passos da dança são os títulos dessa linha. Portanto, em função do tempo dedicado à escrita, não tive envolvimento direto com as instituições de formação de terapia de família. Tive Ana Maria Hoette como orientadora, e fui aceita como membro da American Family Therapy Academy em 1987 Fui professora da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e da Universidade Santa Úrsula; coordenei a equipe de psicologia na enfermaria de Obstetrícia da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro e do setor de Ginecologia do Ambulatório da Praia do Pinto; organizei o alojamento conjunto da maternidade da Clínica São Vicente, onde também coordenei o trabalho de equipe interdisciplinar na UTI Neonatal. Fui professora do Curso de Formação de Negociadores da Fundação Getúlio Vargas, RJ. Na área social, participo do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira Terra dos Homens, desde 1996, sou Vice- Presidente da Cruzada do Menor, desde 2000 e colaborei com a Pastoral da Criança no programa “A Paz Começa em Casa”. MIRIAM SCHENKERO meu percurso inicia-se com a descoberta da teoria e prática sistêmica à época do meu Mestrado na Universidade de Brasília – UnB, na década de oitenta. Viajei para os EUA onde fiz curso de extensão com Jay Haley e Chloé Madanes, participei de conferências com Salvador Minuchin, Carl Whitaker e, retornando ao Rio de Janeiro em 1986, continuei a minha formação por mais três anos sob a orientação de Lúcia Ripper no Centro de Estudos de Família e Casal (CEFAC). A partir dessa Formação, iniciei a minha participação em diversos workshops relacionados a questões pessoais e profissionais do terapeuta de família, por aproximadamente uma década, com Maurizio Andolfi na Itália. Nesse interim, iniciei o meu trabalho como terapeuta de família de famílias com problemas de adicção no Núcleo de Estudos e Pesquisa em Atenção ao Uso de Drogas da Universidade do Estado do RJ (NEPAD/UERJ). Através do Nepad, ministrei inúmeros cursos relacionados à Família e Uso indevido e/ou abusivo de Drogas sob a ótica sistêmica. Deles saíram algumas pessoas interessadas em formar-se como terapeuta de família sistêmico. Ainda no Nepad, dei supervisão às estagiárias e às terapeutas de família do Setor de Família. No ano de 2006, ingressei no atual Departamento de Medicina Integral Familiar e Comunitária (DMIF/UERJ) onde ministro o curso intitulado Abordagem Familiar; dou supervisão; e sou responsável pela feitura de artigo científico dos Residentes de Medicina de Família e Comunidade. Em 2005, ingressei no Centro de Estudos Latino-Americano sobre Violência e Saúde Jorge Careli da Fundação Oswaldo Cruz (CLAVES/FIOCRUZ) como Pesquisadora Colaboradora. No Claves, dou aulas, desenvolvo pesquisas, participo de Projetos relacionados ao amplo espectro temático sobre Violência e Saúde.Na década de 90, dei aulas por quatro anos com o intuito de formar pessoas no pensamento e na terapia de família sistêmicos. Aliás, desde que descobri o paradigma sistêmico tenho como premissa ser uma multiplicadora de seus pressupostos básicos. Minha produção acadêmica gerou artigos e capítulos de livros publicados sobre a intercessão entre os assuntos: Prevenção, Tratamento, Adolescência, Família, Escola, Comunidade, Uso indevido e/ou abusivo de Drogas sob a ótica sistêmica, além de um livro que contém a minha tese de doutorado, publicado em 2008. Minha contribuição também se dá como membro da Comissão Científica da ATF-RJ desde 1998, co-participando na elaboração de eventos científicos que têm logrado êxito através das diversas Diretorias da Instituição. |
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