Gestões

OS PIONEIROS DA ATF-RJ

Definição da Comissão de História da ABRATEF

Aqueles que já faziam parte do movimento de terapia familiar até a fundação da ABRATEF em 1993. Os que iniciaram associações ou cursos nos quais ainda não existia o movimento, de terapia familiar em Estados ou Cidades em que ainda não existia o movimento, mesmo que tenha sido após a fundação da ABRATEF.

Nota da ATF-RJ: Todo associado que se enquadrar nesta definição de PIONEIRO deve encaminhar sua história para secretaria da ATF-RJ. A relação abaixo segue a ordem cronológica dos textos recebidos.

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Tania Luchi - toll@uol.com.br

Sócia Titular e membro da Diretoria da ATF-RJ (2002-2004)

Comecei a trabalhar com famílias em hospital psiquiátrico em 1977, fui para Paris e ao retornar iniciei minha supervisão com a Dra. Malvine Salcberg em 1979 e, logo depois com a Dra. Sheiva Campos Rocha, esposa do Dr. Lindenberg Rocha.
Em 1984 fui para Milão para fazer um curso no Centro Milanese de Terapia della Famiglia, com o Dr. Boscolo e Dr.Cecchin. Nessa ocasião fiz um workshop com a Dra. Palazzoli sobre "anorexia nervosa" na Universidade de Pavia, onde iniciei um contacto com a mesma que me permitiu passar um dia no Nuevo Centro Milanesi de Terapia della Famiglia onde ela só fazia pesquisa. Nessa ocasião assisti ao atendimento da Dra. Palazzoli, juntamente com a Dra. Giuliana Prata.
Ao retornar ao Brasil me senti muito isolada, já que trabalho em Petrópolis-RJ e, fui fazer o curso do Dr. Moises Groisman, no Núcleo-Pesquisas, em sua primeira turma, que se iniciou em 10/1987 e terminou em 06/1989. Apresentei monografia em 1990.
Em 1991 foi lançado o primeiro número da Revista Nova Perspectiva Sistêmica-RJ, em 1994 publiquei meu primeiro trabalho no número cinco da RNPS-06/1994:"Uma Perspectiva Sistêmica para a Terapia Familiar na Instituição", depois disso publiquei outros quatro trabalhos na referida revista, tendo sido o último publicado no número 21 da RNPS- 06/2003: "Ajustando o Foco:Adequando Conceitos e Técnicas no Trabalho com Famílias Pobres".
Em 03/2001 iniciei no que penso ser o primeiro curso de especialização em trabalho social com famílias do RJ, na Associação Brasileira Terra dos Homens- ABTH-RJ, em sua primeira turma do curso "Trabalho Social com Famílias no Abordagem Sistêmica" que foi concluído em 06/2002.
Sou membro Titular da Associação de Terapia de Família do Rio de Janeiro.
Assim venho trabalhando com famílias e casais desde 1977 até a presente data. Espero que estas informações possa auxiliar na reconstituição da história da ATF-RIO.

Cynthia Ladvocat - cyladvocat@imagelink.com.br

Membro Docente da Sociedade Psicanalítica do RJ; Membro da European Family Therapy Association; Mestre em Psicologia e Presidente da ATF-RJ (2002-2004)

Sempre estive voltada para as questões da família. Nos estágios em clínica infantil, atendia somente a criança e não concordava em excluir os pais do processo. No Brasil, na década de 70, o referencial teórico-técnico aplicado era o psicanalítico. Os conhecimentos na área da família vinham do exterior e eram limitados. No início da prática, eu buscava integrar a Psicanálise a outras teorias que me ajudassem no trabalho com casais e famílias. Ao concluir a graduação na PUC-Rio em 1976, cursava a especialização em terapia do comportamento, que foi durante 6 anos uma rica experiência com crianças com necessidades especiais. Fundei em 1981 o GRUPSI – Terapêutica e Estudo da Criança e da Família, que funcionou até 1989 com estágio, estudo e atendimento supervisionado.
Busquei em 1982, na Sociedade de Psicoterapia de Grupo, a formação sobre Grupos Analíticos, Operativos e Familiares e tive como supervisores os PIONEIROS da primeira geração em Terapia Familiar. No CEFAC, de 1985 a 1989, sob a coordenação de Lucia Ripper, iniciei a Especialização em Terapia de Família (800 horas) com atendimento em sala de espelho e supervisão ao vivo, um recurso inédito na época. Tive a oportunidade de ser supervisionada por professores convidados, entre eles Maurizio Andolfi. Coordenei, de 1986 a 2000, o GRUPO DE SUPERVISÃO com enfoque na dinâmica familiar com supervisionandos, muitos que hoje são sócios da ATF-RIO.
Em 1987 iniciei formação na Sociedade Psicanalítica do Rio de Janeiro, onde o estudo sobre inconsciente, os sonhos e o vínculo terapêutico, muito contribuiu para a compreensão do mundo intrapsíquico. Com as minhas atenções voltadas para o interpessoal, me encantei com as teorias de Winnicott, que não via o bebê a não ser na relação com sua mãe. Em 1990 participei do trabalho de orientação psicanalítica e sistêmica no COJ do Instituto Fernandes Figueira, onde pude comprovar que abordagens diferentes ampliam as possibilidades terapêuticas. Concluí a formação psicanalítica em um estágio de 500 horas no Instituto de Psiquiatria da UFRJ. Junto ao paciente psiquiátrico eu pesquisava, através do genograma, a história da patologia na relação familiar.
No Instituto Mosaico em 1992 participei da formação de 4 turmas de Especialização em Família e permaneci na equipe até 1998. Para contemplar meus conhecimentos sobre todas as faixas do ciclo vital, iniciei na UFF a Especialização em Gerontologia e Geriatria Interdisciplinar, onde passei a ministrar seminários sobre o idoso e a família. Em 1995 fiz o Practicum na Accademia di Psicoterapia della Famiglia, com um intenso trabalho sobre minha família de origem. Retornei a Roma nos dois anos seguintes e levei 2 grupos para conhecerem a técnica de Andolfi. Em 1996, a convite de Mony Elkaïm, fui para Londres e me filiei à European Family Therapy Association – EFTA. Através de meu trabalho com adoção, busquei em 1997 a Associação Brasileira Terra dos Homens. Supervisiono os atendimentos da equipe nos diversos projetos e coordeno o Grupo de Reflexão sobre Adoção. A Terra dos Homens hoje capacita profissionais na Abordagem Sistêmica em todo o país e inicia a 4a turma no Trabalho Social com Famílias. Na área de proteção à infância e adolescência, desenvolvo a competência do profissional frente ao direito da criança à convivência com uma família – biológica ou adotiva. Minha tese do Mestrado na PUC-Rio sobre Mitos e Segredos sobre a Origem da Criança na Família Adotiva foi publicada.
Na ATF-RIO participei da Comissão Organizadora do III Congresso Brasileiro de Terapia Familiar, exerci as funções de Diretora de Comunicação, Vice Presidente, Presidente e faço parte da Comissão de Formação do CDC da Abratef. Ministro cursos e palestras em várias regiões do Brasil e presto consultoria à imprensa escrita e falada sobre temas diversos. Neste ano de 2004, como membro efetivo e docente do Conselho Diretor da Sociedade Psicanalítica do Rio de Janeiro, divulgo a área de Família em supervisões, seminários, grupos de estudo e jornadas. De certa forma, introduzi colegas psicanalistas ao pensamento sistêmico, principalmente como presidente da ATF-RIO, cujos eventos científicos acontecem no auditório da própria SPRJ. Não me sinto exatamente como uma pioneira. Identifico-me como uma terapeuta de família de segunda geração, formada por pioneiros. Continuo, depois de quase 30 anos, na minha vocação de agregar meus alunos, supervisionandos, colegas e amigos ao movimento de terapia de família.

Cynthia Lira - cynthia@biohard.com.br

ACSW, Psicóloga, Sócia Titular da ATF-RJ

Meu caminho até a TF :
Meu primeiro contato com a Terapia Familiar foi durante um curso de mestrado na Columbia University em NY, EUA em 1986. Logo após o mestrado fui trabalhar numa Instituição que atendia a população de baixa renda que estava implementando uma mudança de paradigma do tratamento individual dos meninos para o tratamento familiar. Neste contexto fiz minha primeira especialização num curso de 3 anos com supervisão e trabalho em sala de espelho.
Minha história enquanto terapeuta familiar:
Quando cheguei no Brasil a TF era pouco conhecida do público em geral como demanda e a teoria sistêmica pouco difundida dentro da psicologia. Fiz um curso de formação/especialização (Núcleo -Pesquisas) onde atendíamos famílias em equipe. Participei da organização do 1o congresso simpósio de TF do RJ em 1991 (?). O paradigma sistêmico é fundamental no meu trabalho e está presente esteja eu atendendo um indivíduo sozinho ou o grupo familiar.
Em 1995 fui morar em Buenois Aires onde participei de um grupo de estudos com Cristina Ravazola por 3 anos focalizando os temas de gênero e violência na família. Durante este período trabalhei num orfanato com meninas oriundas de sistemas familiares disfuncionais.
Voltei ao Brasil em 1998 e desde então trabalho no meu consultório particular atendendo famílias e indivíduos através do ciclo vital.

Laurice Levy - lorice@cybernet.com.br

Psicóloga, Terapeuta de Família e de casal e Supervisora pela Núcleo-Pesquisas, Psicanalista, Mestre em Psicologia Clinica PUC/RJ, Psicodramatista docente e didata do DELPHOS pela FEBRAP (Federação Brasileira de Psicodrama), Membro docente dos Cursos de Formação em Terapia de Família e Psicodrama do Delphos Espaço-Psico-Social. Autora do livro "Integrando diferenças - possíveis caminhos da vivência terapêutica, co-autora do livro "Além do Paraiso - Perdas e Transformações na Família", e co-autora do livro "Laços Amorosos" a ser lançado em maio de 2004. Organizadora do ANAIS do III Congresso Brasileiro de Terapia Familiar e da Revista do V Encontro de Formadores da ABRATEF. Membro titular da ATF-RIO , membro do Conselho Fiscal da ATF-RIO, membro suplente no CDC e membro da Comissão de Pesquisa do CDC da ABRATEF

Me formei em 1978 quando era essencialmente psicanalista e terapeuta de crianças. Trabalhava com ludoterapia de orientação kleiniana. com leituras de Anna Freud que de certa forma não culpabilizava tanto os pais. Entretanto, fui sentindo cada vez mais frustração de ver os pais boicotarem o tratamento toda vez que a criança melhorava. Por outro lado, me incomodavam muito as recomendações dos supervisores dizendo que eu não deveria "dar ouvidos" às mães. Diziam, quase sempre, que elas queriam controlar a terapia. Os pais não poderiam interferir na terapia e deveriam ficar absolutamente "fora" do atendimento da criança. O máximo que se permitia, talvez até mesmo pela insistência das mães que se recusavam a permanecer nesse lugar, com toda razão, era mandá-las para um "acompanhamento de pais" ou "orientação de pais". Esse era o nome e acredito que até hoje alguns psicanalistas de crianças ainda utilizam essa forma de atendimento.
Com o tempo e a experiência, fui tendo certeza que aquela forma não se adequava ao que eu pensava de FAMÍLIA. Em 1983, comecei meu Mestrado em Psicologia Clínica na PUC/RJ, com orientação do Dr. Carlos Paes e Barros, ícone da teoria psicanalítica, mas continuava sofrendo com os atendimentos de crianças feitos da forma acima citada. Nesse mesmo ano, no Mestrado, tomei contato com a professora Terezinha Feres Carneiro, dos textos de Bateson e outros terapeutas familiares.
Foi quando em Setembro de 1985 fiquei sabendo que o Dr. Moisés Groisman, recém-chegado do exterior onde tinha ido estudar Terapia de Família, iria começar o seu primeiro curso de Terapia de Família na Núcleo-Pesquisas. Comecei portanto, minha formação no ano de 1985. A partir daí dificilmente aceitava atender crianças sozinhas, tendo tido supervisões com Anna Maria Hoetche e Moisés Groisman. Continuei estudando, escrevendo , apresentando e ensinando a teoria, prática e técnica familiar até hoje.
Fiz todos os cursos da Núcleo-Pesquisas, mais de 7 anos, até a sua Formação de Supervisores, função que desempenhei, durante vários anos, na própria Núcleo. Atuei e atuo como Professora-Supervisora no Curso de Terapia de Familia do Delphos Espaço Psico-Social, desde o seu início em 1998. Escrevi trabalhos sobre Terapia de Família e casais nos livros abaixos:
1) Integrando Diferenças - Possíveis Caminhos da Vivência Terapeutica. Editora Ágora, 2000, como autora
2) Além do Paraíso - Perdas e Transformações na Família. Organizado por Moisés Groisman. Núcleo-Pesquisas. Como co-autora, em 2003.
3) Laços Amorosos - Organizado por Maria Amália Vitale. Editora Ágora, como co-autora. A ser lançado em maio de 2004.
Tenho apresentado trabalhos e sido convidada em Congressos, Simpósios e Jornadas de Terapia de Família no Rio de Janeiro e no Brasil. Além disso tenho escrito em Anais, Revistas especializadas e Boletim da ATF-RIO.
A partir da Fundação da ABRATEF, tenho estado presente em todas as diretorias da ATF/RJ, e faço parte do CDC, como suplente, tendo sido indicada como titular para a próxima gestão do CDC, em 2004. Hoje faço parte também da Comissão de Pesquisa da ABRATEF. Estou realizando no momento, individualmente uma pesquisa sobre conjugalidade.
FUNÇÕES DESENVOLVIDAS na ATF-RIO e na ABRATEF
Durante o III Congresso Brasileiro de Terapia Familiar, em 1998. fui membro da Comissão Científica e trabalhei diretamente com a confecção dos ANAIS daquele Congresso. Na gestão de Berenice fui Diretora-Adjunta. Na gestão da Maria Cecilia Baptista fui Diretora de Comunicação, Divulgação e Publicação, quando era responsável pelo Boletim e participei ativamente do V Encontro de Formadores, realizado pela ABRATEF e pela ATF-RIO. quando fui responsável pela Revista do Encontro dos Formadores, ocorrido em Angra dos Reis no ano de 2002. Finalmente, nesta gestão da Cynthia Ladvocat sou membro do Conselho Fiscal.

Gilda Maria D´Orsi Archer - cefairj@terra.com.br

Psicóloga, Pedagoga, Terapeuta de Família e Casal; Diretora do CEFAI – Centro de Estudos da Família, Adolescência e Infância – RJ; Membro da Equipe Docente do Curso de Formação em Terapia Relacional Sistêmica no CEFAI.; Sócia Titular-Fundador da ATF-RJ.

Histórico da minha trajetória na Terapia de Família. Sempre trabalhei com crianças em Escolas e outras comunidades, como professora de Arte/Educação.
A minha primeira formação foi em pedagogia e outros cursos especializados em arte com crianças.
Procurei a formação em psicologia motivada pela minha experiência com crianças e adolescentes. Depois de alguns anos trabalhando na clínica senti necessidade de ampliar a minha visão sobre as questões que os pais traziam de seus filhos que apresentavam problemas.
Através do conhecimento com Tereza Cristina Diniz, iniciei minha formação em Terapia Familiar Sistêmica em 1987 no Instituto de Terapia de Família.
Fui aprimorando a minha formação em cursos, seminários e apresentação de trabalhos em Congressos.
Em 1991 fundamos o CEFAI – e construímos um trabalho em Equipe Terapêutica. Adolfo Loketek e Maria Rosa Glasserman do CEFYP de Buenos Aires tiveram grande influência no nosso trabalho.
Em 1991 participei do “Encuentro Interdisciplinário Internacional”- em Buenos Aires – “Nuevos Paradigmas, Cultura y Subjetividade”. Este encontro foi muito importante na minha formação.
Em Fevereiro de 1999 estive em Roma com Carmine Saccu, em um trabalho de self do terapeuta.
Em Julho de 2001 participei do Curso de Terapia Familiar Sistêmica com Marcelo Pakman, Cecchin, Janine Roberts e Carlos Sluzki em Massachusets nos E.U.A.
Continuo participando de grupos de Reflexão no Instituto de Terapia de Família com Gladis Brum.
No CEFAI estamos sempre nos atualizando tanto na organização de cursos e seminários como também no convite de outros profissionais, de dentro e de fora do Brasil, inseridos no paradigma sistêmico.
Resumidamente esta tem sido a minha trajetória.

Miriam Schenker - schenkerbrasil@hotmail.com

Psicóloga, Terapeuta de Família, Casal e de Indivíduos; Doutoranda da Pós-Graduação em Saúde da Criança e da Mulher do Instituto Fernandes Figueira da Fundação Oswaldo Cruz – IFF/FIOCRUZ.
Sócio Titular e membro da Diretoria da ATF-RJ (2002-2004)

O meu percurso inicia-se com a descoberta da teoria e prática sistêmica à época do meu Mestrado na Universidade de Brasília – UnB, na década de oitenta. Viajei para os EUA onde fiz curso de extensão com Jay Haley e Chloé Madanes, participei de conferências com Salvador Minuchin, Carl Whitaker e, retornando ao Rio de Janeiro em 1986, continuei a minha formação por mais 3 anos sob a orientação de Lúcia Ripper no CEFAC – Centro de Estudos de Família e Casal.
A partir dessa Formação, iniciei a minha participação em diversos workshops relacionados a questões pessoais e profissionais do terapeuta de família, por aproximadamente uma década, com Maurizio Andolfi na Itália.
Nesse ínterim, iniciei o meu trabalho como terapeuta de família de famílias com problemas de adicção no Nepad/Uerj – Núcleo de Estudos e Pesquisa em Atenção ao Uso de Drogas da Universidade do Estado do RJ. Através do Nepad, dou inúmeros cursos relacionados à Família e Uso indevido e/ou abusivo de Drogas sob a ótica sistêmica. Deles saem algumas pessoas interessadas em formar-se como terapeuta de família sistêmico.
Ainda no Nepad, dou supervisão às estagiárias e às terapeutas de família do Setor de Família.
Na década de 90, dei aulas por 4 anos com o intuito de formar pessoas no pensamento e na terapia de família sistêmicos. Aliás, desde que descobri o paradigma sistêmico que tenho como premissa ser uma multiplicadora de seus pressupostos básicos.
Além das atividades formadoras, tenho artigos e capítulos de livros publicados sobre a intercessão entre os assuntos: Prevenção, Tratamento, Adolescência, Família, Escola, Comunidade, Uso indevido e/ou abusivo de Drogas sob a ótica sistêmica. Minha produção acadêmica a partir do doutorado tem sido bastante criativa na medida que minhas publicações são compartilhadas entre colegas, estagiários e alunos.
Minha contribuição também se dá como membro da Comissão Científica da ATF-RJ desde 1998, co-participando na elaboração de eventos científicos que têm logrado êxito através das diversas Diretorias da Instituição.